Por que a psicologia faz parte do tratamento
A paciente com lipedema costuma chegar depois de uma longa história de desconfiança: ouviu que era falta de disciplina, tentou dietas que não mudaram as pernas e conviveu com dor sem nome. Ansiedade e sintomas depressivos são frequentes nesse grupo. Cuidar disso não é complemento: é parte do que torna o tratamento possível.
Como acompanhamos
- Elaboração do diagnóstico: receber um nome para o que se sente é alívio e também luto.
- Relação com o corpo e com a comida, especialmente após anos de restrição.
- Manejo da dor crônica com estratégias psicológicas baseadas em evidência.
- Adesão ao plano: compressão, exercício e consultas exigem constância; a psicologia ajuda a sustentar.
- Preparo e acompanhamento em decisões como a cirurgia, quando indicada.
Formato
Atendimentos individuais, integrados ao plano de cuidado, com a mesma equipe que acompanha as demais frentes. A psicóloga da equipe participa das discussões de caso.
